domingo, 17 de julho de 2011

Mais efêmera que um momento

É a vida
Havia uma guerra, durava quase 14 anos.
Havia um menino com a idade dessa guerra no meio do turbilhão.
Brincava entre os destroços...
Era triste, se sentia sozinho, não havia nenhum outro menino por ali, só havia a guerra.
Certa vez houve uma trégua em função de alguma data religiosa...
Nesse dia não se matava, era santo, era sagrado, era hipócrita, mas não se matava.
Alguns soldados viram o menino brincando.
Ele chutava uma bola meio murcha no que sobrou de um muro.
Os soldados foram brincar com o menino... E brincaram.
O menino teve um dia feliz, mas preferiria ter uma vida de paz.

1 comentários:

  1. Ai sagusho... me emocionei agora... deu até vontade de chorar rsrsrs. É, sensibilidade me atacou hoje. Mas, enfim, leva a gnt a pensar que a nossa vida é boa demais se comparada aos demais. E adoro as coisas efêmeras, de menos quando elas são boas o suficiente para serem ETERNAS...!

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